Fábrica Lumière

Este blog nasceu num café-bar chamado "Vertigo", em Lisboa. Pensámos logo que esse nome era um sinal... Só podia. Adoramos "fazer filmes", essa é que é a verdade! Mas inspiramo-nos sempre nos originais. Se a amizade morresse, sobraria inevitavelmente a paixão pela sétima arte que nos une.

dezembro 05, 2005

Barreira Invisível 11 - Enquanto Estiveres Aí...



Comédia romântica fofinha para quem acredita no amor. E no destino. E já agora... em espíritos também.

Elizabeth (Reese Witherspoon) dedica-se 100% à profissão e 0% à vida amorosa (o que parece preocupar mais os outros do que a ela própria). Após sofrer um acidente, o seu espírito vai conhecer David (Mark Ruffalo) que é o novo inquilino do seu, entretanto vago, apartamento. A disputa territorial será o início da relação e introduzirá o terceiro protagonista deste filme: o apartamento e o seu fantástico terraço.







Longe da química de uma dupla como Meg Ryan/Tom Hanks (pausa para a vénia...) Reese Witherspoon e Mark Ruffalo conseguem um bom resultado, globalmente. Mas falta qualquer coisa neste casal, sei lá, talvez genica, fibra, personalidade... Se por um lado não me custa vê-la neste papel insonso, já a ele custa-me horrores...é que ponho fé no moço e na sua capacidade de interpretar personagens mais complexos. Caramba, é o actor do "In The Cut", do "You Can Count on Me" e do "My Life Without Me" (mesmo neste filme nota-se que tem uma maior capacidade dramática que a protagonista).
Quanto ao argumento, humor e banda sonora ficam todos uns furos abaixo de "Hitch".

Lição principal: somos nós que definimos as nossas prioridades (consciente ou inconscientemente) e é por isso que resistimos tanto quando a vida nos troca as voltas. "Enquanto Estiveres Aí..." é sobre correr na estrada errada, até que finalmente encontramos o caminho certo, aquele que só nós podemos percorrer. É tudo uma questão de sintonia. Das nossas prioridades. Com o nosso destino.

Ah... eu acredito no amor. E no destino também. E no amor como o destino final.

2 Comments:

At 7:20 da tarde, Blogger Sony Hari said...

Até o José Mourinho concorda que na vida tudo se resume ao amor (presente ou ausente). Acho que é a sua intermitência (a do amor) que nos move. Obrigada pelo regresso. Agora tudo começa a compor-se. Beijinhos

 
At 11:48 da manhã, Anonymous Anónimo said...

ja vi o filme e e lindo... e a prova da segunda vida... aconselho o filme a todas as pessoas...

 

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